O Dia em que raptaram o Papa, tem sido extraordinariamente bem sucedida no mundo todo. Quando encenada em Roma, O jornal do Vaticano, “Osservatore Romano”, dedicou uma página inteira sobre a peça e fez uma crítica extraordinária!!! O Texto é muito bem construído, os personagens são maiores do que a vida e totalmente críveis; A obra toda tem uma universalidade emocionante sem uma única palavra de pregação religiosa. É uma visão maravilhosa da natureza humana, e de como um único evento pode ajudar a mudar o mundo. É uma peça atual, ecumênica, alto-astral e muito engraçada. Daquelas que faz público voltar para casa muito mais leve.

Sobre o Enredo
O Papa Alberto IV vai a Nova York ontem tem uma extensa agenda, coordenada pelo Cardeal O'Hara. Num intervalo da programação, sai anônimo pelas ruas e toma um táxi. O taxista judeu, Sam Leibowitz, ao perceber quem é o seu passageiro, o sequestra e o leva para sua casa, onde mora com a esposa e dois filhos. Com que objetivo? É só o começo das surpresas que a peça prepara ao espectador.

Sobre a História
Na década de 70, a comédia percorreu os palcos do Brasil, fazendo um enorme sucesso. É a peça brasileira mais exibida em todo o mundo, ocupando teatros de 42 países. Sua primeira montagem fora do Brasil ocorreu em 1974, em Zurich, onde foi apresentada mais de uma centena de vezes - superando qualquer outra peça já encenada no principal teatro da Suíça - e protagonizada pelo grande ator suíço Heiri Gretler, cujo papel figura entre os mais destacados em sua biografia.
Devido ao estrondoso sucesso na Suíça, mais de 400 teatros alemães encenaram a peça na temporada de 1975, seguindo novas montagens em outros países, como Áustria, Itália, França, Espanha, Portugal, Grécia, Polônia, Argentina, Estados Unidos, Canadá e Israel. Até hoje, 34 anos depois de sua estréia na Europa, o texto é constantemente reencenado. De novembro de 2004 a maio de 2005 foi representado em Viena, dirigido e interpretado pelo astro Fritz Muliar, com enorme sucesso de crítica e público.

Biografia
Autor: João Bethencourt
A dramaturgia de João Bethencourt explora a comédia de costumes - filão clássico do teatro brasileiro - aliada a uma visão crítica da temática abordada. A ação e diálogos que desenvolve em seus textos são de grande comunicabilidade e aceitação popular. Autor profícuo do teatro brasileiro, tem mais de 30 peças escritas e encenadas. Destacam-se: Dois Fragas e um Destino, Como Matar um Playboy, Frank Sinatra 4815, O Crime Roubado, Mister Sexo, O Dia em que Raptaram o Papa, Bonifácio Bilhões, A Cinderela do Petróleo, Tem um Psicanalista na Nossa Cama, A Venerável Mme. Goneau. Além da sua impressionante penetração no mercado brasileiro, ele torna-se também um dos autores mais montados no exterior, sendo que O Dia em que Raptaram o Papa, teve mais de 40 encenações estrangeiras.